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Corridas corporativas viram tendência nas empresas

Os benefícios da atividade física e sua simplicidade são elementos essenciais para a sua adoção nas empresas

RedaçãoPor
Redação

A corrida de rua se destaca como uma das práticas esportivas mais aderidas dos últimos anos no Brasil. Fácil de praticar, sem altos custos para iniciar, e com ótimos resultados para corpo e mente, este exercício tem sido amplamente adotado pelos chamados ‘atletas de fim de semana’ e, também, tem sido aplicado dentro dos programas corporativos de qualidade de vida.

Atualmente, grande parte das empresas brasileiras têm investido na qualidade de vida e bem-estar de seus funcionários dentro e fora dos escritórios. Prova disso é o crescente número de eventos de corridas corporativas que têm preenchido o calendário anual das empresas.

Tudo isso tem um motivo! Afinal, mais do que oferecer benefícios à saúde física dos colaboradores de diferentes idades e características físicas, esse projeto, sendo bem estruturado dentro da empresa, favorece o endomarketing, o relacionamento interpessoal, a inclusão, a superação pessoal, o clima organizacional, a valorização do colaborador e, ainda, abre portas para maior adesão às demais atividades internas da instituição.

Por que incentivar a prática de corrida de rua?

É importante destacar que, além da famosa perda de peso e do fortalecimento dos músculos, praticar corrida de rua garante retornos benéficos ao organismo. Segundo o professor de Educação Física, João Vitor de Souza Silva, “a corrida acelera o metabolismo, o que faz com que a queima de gordura seja mais eficiente. Ou seja, não é somente durante a corrida que há queima de gordura, mas também após, sendo importante manter a regularidade da prática para obter melhores resultados”.

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O profissional ainda destaca que entre os bons motivos para praticar corrida de rua estão: “redução do peso corporal, melhora no nível de colesterol, aumento da capacidade cardiorrespiratória, redução dos riscos de infarto, ativação da circulação sanguínea (diminuindo problemas de coração), melhora na qualidade do sono, formação de massa óssea ajudando a prevenir lesões, além das amizades que são formadas pela prática constante”.

Cuidados essenciais para a prática de corridas

Mas, apesar de ser uma atividade física extremamente democrática e que garante benefícios a seus adeptos, a corrida de rua exige cuidados especiais para a segurança do corredor, com o objetivo de evitar lesões e, também, melhorar seu desempenho. Devido ao esforço físico, é indicado que a empresa incentive a realização de exames prévios. O professor João Vitor destaca que “é bom deixar claro que sempre deve haver um acompanhamento médico, com exames, para confirmar se está tudo bem e se a pessoa está, de fato, apta para a corrida”.

Além disso, o uso de equipamentos específicos é outro ponto importante a ser considerado, afinal, quem pensa que somente calçar qualquer tênis e sair correndo é suficiente, está bastante enganado. Priorizar um tênis com amortecedor é a forma ideal de garantir uma pisada mais consistente e com menos impacto às articulações. “Escolher o tênis certo é extremamente importante, pois ele é quem fará o amortecimento do peso do corpo enquanto a pessoa corre; uma escolha errada pode, com o tempo, provocar lesões”, explica o professor.

Nesse sentido, as opções de tênis esportivos-casuais, como os modelos Air Max, por exemplo, são ótimas escolhas para o uso em academias e corridas esporádicas. Além disso, roupas mais leves, protetor/bloqueador solar, boné/viseira (aliado aos óculos escuros) e cinto de hidratação para não ocupar as mãos ao carregar garrafas d’água são itens indispensáveis para os corredores, e a necessidade de uso deve reforçada pelos profissionais de RH na preparação da corrida corporativa.

Por fim, mais do que premiar vencedores, as corridas corporativas – dentro de uma boa gestão de projetos de saúde organizacional – são capazes de reduzir, a médio e longo prazo, gastos relacionados à saúde dos funcionários, ausências por doença, afastamentos por motivos variados e outros fatores, como o absenteísmo.